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A imprensa faz referência ao julgamento do mensalão como algo histórico, um marco na política brasileira. Mas desta vez as pessoas envolvidas serão finalmente punidas? Ou teremos que engolir uma indigesta pizza no final de todo o processo? 

A mídia cobre todos os detalhes e a população também. Mas se todos forem absolvidos, qual será a reação do povo? Afinal, convivemos com um sentimento de impunidade que para alguns se confunde com a nossa cultura! O famoso “jeitinho brasileiro”! Nas pequenas coisas lá está ele. 

Nas redes sociais, somos todos politizados. Fazemos protestos, compartilhamos mensagens, palavras de ordem… Porém se virtuais temos consciência política, por que não vamos para as ruas como outras nações fazem? Talvez seja mais cômodo protestar pelo smartphone, tablet e afins.

Estou com 33 anos e quando era criança meus professores falavam que éramos o futuro do país. Meu filho talvez um dia ouça isto também. Enquanto isso, vejo que sou igual ao garoto da música do Cazuza: ele ia mudar o mundo mas agora assiste a tudo em cima do muro.

Tive que ser um pouco radical ao colocar o blog na geladeira, mas o motivo era importante! A foca deu cria! Então, agora que a foquinha macho fará 2 anos em dezembro, creio que posso voltar. No entanto, vou ter dividir meu tempo entre filhote, outra  faculdade, tratamento de saúde e muitas outras coisas que aparecem por aí. Espero que o retorno seja proveitoso para todos: vocês e eu. Um amigo até me chamou de ET por estar meio alheia aos acontecimentos. Então, vamos tirar as teias de aranha, sacudir a poeira e colocar a mão na massa!

A autora do blog afastou-se deste blog por período indeterminado em virtude de razões pessoais.

No jornal “O Globo” de hoje, Elio Gaspari criticou em sua coluna o destino do dinheiro público do município do Rio, administrado pelo prefeito Eduardo Paes. Segundo ele, Paes gasta muito em dinheiro em propaganda em vez de investir em prevenção de enchentes. Quem também acha importante gastar rios de dinheiro com publicidade é o governador Sérgio Cabral. Resultado: o caos que a população carioca sofreu na semana passada. Abaixo segue o texto na íntegra:

“Dinheiro, há”

“O prefeito Eduardo Paes pediu R$270 milhões ao governo federal para acabar com o alagamento da Praça da Bandeira.

Faria melhor destinando à prevenção de enchentes os R$120milhões que separou para gastar em publicidade. Depois, pediria ao governador Sérgio Cabral que lhe desse R$150 milhões do ervanário de R$180milhões que pretende encharcar em propaganda.

Secaria a praça e sobrariam ainda R$30 milhões.”

A diretora da escola E.M. Júlio Cesário de Mello registrou queixa de agressão física na 36ªDP, em Santa Cruz, ao contrário da sua colega de Vila Isabel que negou em depoimento à polícia ter sofrido o mesmo tipo de violência. 

Segundo o diretor do SEPE, Sérgio Aurnheimer,  o caso apareceu somente no blog do jornalista Sidney Rezende porque uma professora teria divulgado a informação no Orkut. Porém, a diretora não quis repassar o caso à imprensa, apenas às autoridades competentes – diferente do que ocorreu na E.M. General Humberto de Souza Mello. Ele também relatou que ela não permitiu o envolvimento do sindicato, mas agradeceu a solidariedade.

Além do SEPE, ela recebeu a visita de representantes da 10ª CRE e em outra ocasião esteve pessoalmente com a secretária municipal de educação, Cláudia Costin. Na escola, houve uma reunião com os pais e professores e a dirigente recebeu o apoio de todos.

Relembre o que aconteceu na E.M. Júlio Cesário de Mello

A chuva forte no Rio serviu para tirar o foco sobre a diretora agredida na E.M. General Humberto de Souza Mello, em Vila Isabel. Mas, Focado nos Fatos continua com todas as atenções voltadas para este caso que repercutiu em todo o país.
Algumas questões ainda não foram esclarecidas. Os professores da unidade escolar e até mesmo a Secretária de Educação, Cláudia Costin, afirmaram que a diretora sofreu agressão física e verbal. Mas a própria vítima negou em depoimento à polícia. Talvez por estar recebendo ameaças.

Então, surgem as perguntas:

  • Se as agressões foram tão graves com ameaça de morte, por que ainda insistir e se arriscar em continuar à frente da escola?
  • Se não houvesse o que temer para continuar dirigindo a escola sem medo de represálias, por que o medo de contar à polícia que apanhou?
  • Não será uma atitude arriscada da SME, para amenizar os fatos, convencê-la para que continue na direção?
  • Quais são os motivos que fazem com que a diretora desminta todos os seus colegas?
  • Que tipo de pressão ela pode estar sofrendo? 

Segundo o relato de uma professora que trabalha na escola, mas prefere não ser identificada, a diretora foi agredida duas vezes: pelo estudante e mais tarde pela mãe do agressor. Além disso, teve o telefone arrancado de sua mão para que não pudesse chamar a polícia. A partir daí teria começado o quebra-quebra na escola, incentivado pela responsável do aluno.

Hoje, a diretora do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (SEPE), Edna Félix, prestou um depoimento na 20ª DP contando tudo que sabia sobre o fato. Segundo ela, não havia nenhuma foto anexada ao processo. Por isso, entregou as que foram amplamente divulgadas pela imprensa.

E você leitor, qual seria a sua atitude se passasse pela mesma situação vivida pela diretora  da E.M. General Humberto Souza de Mello? Continuaria à frente da escola ou pediria afastamento? Levaria o caso à frente ou negaria as agressões? Atenderia o pedido da SME para permanecer no cargo? 

Deixe aqui o seu comentário sobre o caso.