Feeds:
Posts
Comentários

Para quem estava munido de celulares com acesso à  Internet, o Twitter pôde ser útil para trocar as últimas informações com quem estava do lugar postando, alertando as pessoas quais as melhores opções, quais as áreas mais críticas etc. O perfil da Lei Seca RJ (@LeiSecaRJ) possui mais de 50 mil seguidores e serviu para tirar muito carioca do sufoco. Até porque a página da CET-Rio na rede social estava fora do ar. Mesmo criticada por muitas pessoas porque a página avisa constantemente onde estão as blitzes da Lei Seca, ela também serve para infomar sobre o trânsito e se tornou de grande utilidade pública nesta chuva que ainda não deu trégua no Rio de Janeiro. Até jornais de grande circulação como o Extra acompanharam as informações da @LeiSecaRJ.

A secretária municipal de educação Cláudia Costin também informou os seguidores sobre a suspensão das aulas e outros informes sobre as CREs etc. Além disso, ainda foi útil para informar se haveria aulas em escolas da rede privada, estadual e federal que nem fazem parte de sua administração. Sua paciência foi até elogiada por algumas pessoas porque respondeu repetidas vezes a mesma pergunta.

A chuva ainda não deu trégua e a torcida é para que não haja mais nenhum deslizamento de terra e  nem haja vítimas. Enquanto isso, a página @LeiSecaRJ continua a todo vapor relembrando o apelo do prefeito para que as pessoas fiquem em local seguro e evitem sair de casa a menos que esteja sob risco de desabamento. Focado nos Fatos deseja  uma noite tranquila para todos nós que moramos na cidade do Rio de Janeiro.

Anúncios

Foto: Reprodução da Internet

Focado nos Fatos está acompanhando via Twitter todos os alertas enviados por usuários do serviço. O prefeito Eduardo Paes fez um apelo aos moradores da cidade para que ninguém saia de casa e caso estejam numa residência com risco de desabamento, a recomendação é que as pessoas se dirijam para um local seguro.

Acompanhe a cobertura completa da chuva que assolou o Rio de Janeiro pelo Twitter!

Focado nos Fatos publicou na última 4ª feira em primeira mão o caso da diretora agredida numa escola em Vila Isabel. As informações partiram de uma professora que, ainda muito abalada, preferiu não se identificar. Após grande circulação na Internet, o assunto chegou aos jornais de importantes meios de comunicação e se espalhou por todo o país.

Focado nos Fatos enviou algumas perguntas à assessoria da SME sobre a E.M. General Humberto Souza de Mello e outras tantas sobre a segurança dos profissionais de educação, principalmente aqueles que trabalham em área de risco e não podem contar com a Ronda Escolar. A SME respondeu o e-mail, informando dentre algumas coisas que:

  • Foi aberta uma sindicância para apurar os fatos e responsabilizar os culpados;
  • 300 agentes educadores foram convocados em D.O. no dia 19 de março;
  • A Guarda Municipal está dentro da escola para fazer a segurança dos alunos até a chegada dos agentes educadores;
  • Três mães educadoras passarão a atuar nos horários de recreio, entrada e saída;
  • O Conselho Escola Comunidade vai decidir sobre a punição dos alunos envolvidos com o apoio da Secretaria e as famílias também deverão serchamadas para resolver o problema grave de desordem;
  • A secretária Cláudia Costin conversou com a diretora Mara Ferreira no final da tarde e a convenceu de permanecer à frente da escola.
  • O caso foi encaminhado ao Conselho Tutelar.

Perguntas que ficaram sem respostas:

1- Muitas escolas estão localizadas em áres de risco, por isso não são contempladas pelo programa da Ronda Escolar realizado pela Guarda Municipal. Desta forma, os profissionais ficam abandonados a própria sorte até mesmo quando há tiroteios dentro da comunidade e inserção da Polícia nos morros e favelas. Como resguardar a vida desses profissionais?

2- Além desses casos de violência recentes, outros inúmeros foram relatados em dossiê elaborado pelo SEPE que foi entregue ao Ministério Público no ano passado. A SME tem conhecimento deste dossiê? Quais investimentos foram feitos para que diminua o número de alunos em sala de aula, para a contratação de mais funcionários de apoio dentro das escolas e para melhorar as condições de trabalho dos professores, direções e coordenações? Somente serão contratados 300 agentes educadores para as mais de 1000 escolas da rede? Ou existem outros investimentos em pessoal de apoio?

3- Investir em voluntários em vez de pessoas especializadas para lidar com crianças e jovens é uma estratégia adequada? Pessoas despreparadas não poderão futuramente tornar-se um risco à comunidade escolar?

Esclarecimento dado pela secretária Cláudia Costin sobre afirmação da 2ª CRE que a diretora foi apenas agredida verbalmente:

Resposta da secretária Cláudia Costin via Twitter.

Leia a repercussão do fato nos grandes jornais:

G1

Folha On Line

O Dia On Line

O Dia On Line (outro link)

Ameaça feita à diretora foi pichada no muro da escola

A data do episódio

Vidraças quebradas por alunos
Mais uma sala que sofreu com a ira dos alunos

As fotos postadas acima foi tirada por um profissional que trabalha na E.M. General Humberto de Souza Mello depois do episódio em que alunos agrediram a diretora da escola, ameaçaram professores e deixaram um rastro de destruição. As fotos foram entregues à uma representante do SEPE. O sindicato publicou as fotos no site de uma das regionais. Em nota no site, foi publicado que representantes do SEPE pretendem se reunir com a secretária Cláudia Costin, OAB, ALERJ e demais entidades para estudar uma solução para o problema da violência dentro das escolas.

Após caso de violência na escola publicado no dia 31 de março, Focado nos Fatos resolveu buscar mais informações sobre o ocorrido. Mas a surpresa foi saber que no dia 23 de março outra diretora também foi agredida numa escola municipal, só que desta vez em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio. Na E.M. Júlio Cesário de Mello, a agressão partiu de uma mãe de aluno. Ela deu um tapa tão forte no rosto da diretora que a fez cair no chão. Um outro responsável que estava por perto conteve a agressora para que a educadora não apanhasse mais. A notícia foi encontrada no blog do jornalista Sidney Rezende.

Mas o que mais espanta é a enorme quantidade de casos de agressão a profissionais de educação em todo o país. No Google, ao buscar as expressões “diretora agredida” ou “professora agredida” aparecem inúmeros links de casos de agressão. Existe um dossiê elaborado pelo Sindicato dos Profissionais de Educação (SEPE) que pode ser lido na Internet. O documento foi entregue ao Ministério Público sobre as inúmeras situações de violência vividas por professores da prefeitura do Rio de Janeiro.

Todos esses fatos propõem uma reflexão. São péssimas condições de trabalho e segurança que os educadores possuem nas escolas. A que riscos os profissionais de educação estão submetidos todos os dias dentro das escolas?  Os que são agredidos são afastados como se fossem os culpados. Por quê?  Os professores têm medo de denunciar porque são ameaçados. As secretarias de educação preferem abafar os casos, minimizar o problema e colocar a culpa no professor. O que fazer para melhorar esse cenário? Por que os governos não investem no professor, na sua saúde? Não o protegem? E o professor, como se sente? Pelo visto, assuntos como este de violência escolar é como o ditado popular: “Quanto mais mexe, mais fede”.

Arquivo 09/11/2009

A foto é antiga, mas os problemas continuam os mesmos. Em diversas ruas do subúrbio do Rio, motoristas e motociclistas desrespeitam as leis de trânsito colocando em risco a vida dos pedestres. Também há o contrário: pedestres que colocam sua vida em risco e podem prejudicar o motorista causando acidentes. O flagrante foi registrado num cruzamento da rua Lins de Vasconcelos com a rua Vilela Tavares. Existe um sinal que não costuma ser respeitado e os motoristas avançam o sinal pela contramão, causando  transtornos como este mostrado na foto, por volta das sete da manhã,  horário de maior fluxo de veículos. Mesmo com várias escolas próximas ao local, nunca houve um guarda para organizar o trânsito e coibir estas e outras ilegalidades.

O Jornal Hoje mostrou a história do Mc Miltinho, um menino da Baixada Fluminense no Rio de Janeiro que gravou um vídeo e um CD com uma música composta pelo pai em ritmo de funk. Então, foi convidado por uma gravadora alemã para assinar um contrato. Porém, a gravadora nunca pagou pelos direitos autorais da música e nem possui direitos de imagem da criança, além de forjar um contrato que o pai do menino nunca assinou. Atualmente, a música faz parte da trilha sonora do famoso jogo GTA 4, proibido para menores de 18 anos e é uma das músicas mais tocadas nas boates de Berlim.